Da assinatura à prática: InterID aponta próximos passos para identificação biométrica neonatal no Brasil

Último artigo da série sobre o Pacto Nacional pela Identificação Neonatal e Infantil destaca os desafios para transformar a identificação desde o nascimento em uma prática nacional. Depois de percorrer os fundamentos, os desafios e as possibilidades da identificação biométrica neonatal, o InterID encerra a série de artigos sobre o Pacto Nacional pela Identificação Neonatal e Infantil com uma questão central: como transformar o compromisso firmado entre os diferentes atores do ecossistema de identificação em uma prática permanente nas maternidades de todo o país? Lançado em setembro de 2025, o Pacto reuniu órgãos oficiais de identificação de todas as unidades federativas, além de instituições públicas, entidades técnicas, sociedade civil e representantes do Parlamento. Iniciativas já em andamento demonstram que a coleta das impressões digitais do recém-nascido, a vinculação à filiação e a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) são possíveis e podem ser incorporadas à rotina das maternidades. Agora, o desafio é transformar essas experiências em uma política de alcance nacional. Para isso, são necessários regulamentação, padronização dos protocolos, integração dos sistemas, capacitação das equipes, estrutura e recursos, além de governança capaz de garantir continuidade e qualidade em todo o território nacional. A proposta é que a identificação biométrica deixe de ser uma iniciativa pontual e passe a integrar o fluxo regular de atendimento ao recém-nascido, conectando maternidades, órgãos de identificação e a infraestrutura da CIN. Mais do que uma solução tecnológica, a iniciativa representa uma estratégia de proteção da infância e de fortalecimento da cidadania desde os primeiros dias de vida. Como destaca o Diretor-Presidente do InterID, Célio Ribeiro: “Se nós conseguirmos evitar a subtração, o tráfico, de um único bebê, de uma única criança, já valeu a pena.” O encerramento da série reforça uma mensagem central: o Brasil já possui ciência, tecnologia e capacidade institucional para avançar. O próximo passo é transformar esse compromisso em realidade para todas as crianças brasileiras. A identidade começa no berço. Leia o artigo na íntegra: https://interid.org/artigos/do-pacto-a-pratica-o-caminho-para-consolidar-a-identificacao-biometrica-neonatal-em-todo-o-brasil/

Identificação biométrica desde o nascimento: proteção que acompanha toda a vida

A identificação de um recém-nascido pode representar muito mais do que segurança na maternidade. Integrada à Carteira de Identidade Nacional (CIN), a biometria neonatal pode fortalecer políticas públicas, ampliar a proteção da criança e facilitar o acesso a direitos ao longo de toda a vida. Saúde, assistência social, educação e segurança pública estão entre as áreas que podem se beneficiar de uma identidade segura e confiável desde os primeiros dias de vida. No novo artigo da série sobre o Pacto Nacional pela Identificação Neonatal e Infantil, o InterID mostra como essa iniciativa pode contribuir para uma cidadania mais protegida e para o cumprimento da Meta 16.9 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que prevê identidade legal para todos até 2030. Mais do que identificar: proteger, incluir e garantir direitos desde o nascimento. 👉 Leia o artigo completo: https://interid.org/artigos/mais-do-que-protecao-como-a-identificacao-biometrica-neonatal-fortalece-as-politicas-publicas-e-a-cidadania-desde-o-nascimento/

InterID destaca papel do Brasil como referência mundial em identificação biométrica neonatal

O InterID acaba de publicar um novo artigo que reúne evidências científicas, experiências internacionais e avanços brasileiros para demonstrar por que o país está na vanguarda da identificação biométrica neonatal. Intitulado “Do Laboratório à Maternidade: por que o Brasil se tornou referência em identificação biométrica neonatal”, o conteúdo apresenta um panorama das iniciativas desenvolvidas em países como Quênia, Índia, Uruguai e Espanha, mostrando que a identificação biométrica de recém-nascidos já é uma realidade em diferentes partes do mundo e representa um importante instrumento para fortalecer a proteção da infância. O artigo destaca que o Brasil reúne condições únicas para liderar esse movimento. Além de contar com pesquisas científicas e tecnologia desenvolvidas no próprio país, o avanço do Pacto Nacional pela Identificação Neonatal e Infantil e a integração com a Carteira de Identidade Nacional (CIN) consolidam um modelo inovador, que acompanha a criança desde o nascimento e fortalece o acesso à cidadania. Também são apresentados os resultados dos projetos implantados no Piauí, primeiro estado a emitir a CIN para recém-nascidos ainda na maternidade, e no Paraná, que avança na expansão do programa Bebê ID para toda a rede pública estadual. O texto evidencia que a experiência brasileira já ultrapassou a fase experimental, reunindo pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, implantação em maternidades e emissão do documento nacional de identidade desde os primeiros dias de vida. Esse modelo coloca o Brasil em posição de contribuir com conhecimento, padrões técnicos e governança para outros países interessados na identificação biométrica neonatal. Ao final da publicação, o InterID também anuncia a realização do 2º Seminário de Identificação Neonatal, marcado para 16 de setembro de 2026, no Dia Nacional da Identidade Civil. A programação completa e as inscrições serão divulgadas em breve. Leia o artigo completo em https://interid.org/artigos/do-laboratorio-a-maternidade-por-que-o-brasil-se-tornou-referencia-em-identificacao-biometrica-neonatal/ e conheça como a ciência, a inovação e as políticas públicas estão transformando a proteção da identidade desde o nascimento.

Piauí reforça segurança na alta hospitalar com validação biométrica de recém-nascidos

O programa Comando Geral destacou o avanço do Programa de Identificação Neonatal do Piauí, que passou a incorporar a validação biométrica ao processo de alta hospitalar na Nova Maternidade Evangelina Rosa, em Teresina. Produzida antes dos acontecimentos recentes na unidade, a reportagem ganhou ainda mais relevância após a repercussão de um caso ocorrido na maternidade, reforçando a importância de protocolos capazes de ampliar a segurança e prevenir situações dessa natureza. O procedimento é simples e rápido. Logo após o nascimento, são coletadas as biometrias da mãe e do recém-nascido. No momento da alta hospitalar, uma nova validação é realizada para confirmar o vínculo registrado entre os dois logo após o parto, acrescentando mais uma camada de segurança ao processo de identificação. A reportagem também destacou que a identificação neonatal vai além da segurança hospitalar. Os dados biométricos coletados permanecem vinculados à futura emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), mesmo que o documento não seja emitido ainda na maternidade. As informações também podem ser integradas à Plataforma da Primeira Infância, permitindo o acompanhamento de políticas públicas relacionadas à vacinação, ao desenvolvimento infantil, ao acesso à educação e a programas sociais. A iniciativa reforça um dos principais objetivos defendidos pelo InterID: utilizar a identificação segura desde o nascimento como instrumento de proteção, cidadania e inclusão, reduzindo riscos de fraudes, fortalecendo a identidade civil e ampliando a capacidade do Estado de garantir direitos desde os primeiros dias de vida. Na avaliação de Célio Ribeiro, presidente-executivo da InterID e da ABRID, a iniciativa do Governo do Piauí demonstra como a identificação neonatal integrada à Carteira de Identidade Nacional pode fortalecer a proteção da primeira infância, ampliar a segurança nas maternidades e servir de referência para outros estados brasileiros. “A identificação neonatal com biometria, integrada à Carteira de Identidade Nacional, representa um dos mais importantes avanços na proteção da infância e na construção de uma identidade civil segura desde o nascimento. Se nós conseguirmos evitar a subtração ou o tráfico de uma única criança, já valeu a pena.” Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=i6oKMFgOdh8

Tecnologia a Serviço da Vida: Os Desafios e Soluções na Identificação Biométrica de Recém-Nascidos

Nesse artigo, escrito por nosso Diretor de Relações Internacionais, Maurício Coelho, falamos um pouco sobre como superar as dificuldades técnicas de coletar e manter impressões digitais confiáveis de bebês que crescem rapidamente, garantindo uma identidade segura por toda a vida.Abordamos os principais desafios técnicos e como a tecnologia atual supera esses desafios.Demonstramos a importância da emissão da CIN baseada nessa primeira identificação, no momento do nascimento do neném, onde sua biometria estará vinculada à biometria da mãe, trazendo maior segurança.Discorremos sobre a necessidade dessa captura de biometria serem interoperáveis com os Sistemas ABIS das unidades da Federação do Sistema Biometrico Federal – SBF.Convidamos a todos a assinarem on line o Pacto Nacional pela Identificação Neonatal e Infantil e ainda, sugerimos que reservem a data de 16 de setembro de 2026, Dia Nacional da Identidade Civil, para estarem conosco no 2º Seminário de Identificação Neonatal e Infantil. Leia o artigo e junte-se a nós nesse momento de cidadania. “Se nós conseguirmos evitar a subtração, o tráfico, de um único bebê, de uma única criança, já valeu a pena”

Identificação segura desde o nascimento: Audiência pública debate implantação urgente da biometria neonatal e infantil para segurança das famílias brasileiras.

BRASÍLIA — A Câmara dos Deputados sediou na última terça-feira (25) uma audiência pública para debater o “Programa de Identificação do Brasil”. O evento, proposto pela Deputada Flávia Morais (coordenadora da Frente Parlamentar para garantia do direito à identidade – FrenID), e e conduzido pela Deputada Lenir de Assis, teve como objetivo central avaliar o progresso do programa, com foco na identificação neonatal e nas medidas de combate à subtração de crianças e adolescentes. A identificação do recém-nascido na maternidade foi destacada como um pilar fundamental na prevenção de sequestros e trocas. O presidente da Abrid, do Instituto Internacional de Identificação (Interid) e secretário da FrenID, Célio Ribeiro, reforçou a importância do rigor técnico no processo. “O sistema prevê a captura da biometria do recém-nascido e, junto, a biometria da mãe, usando tecnologia já testada e aprovada internacionalmente em padrões internacionais,” afirmou Ribeiro. Ele também defendeu a centralização: “A identificação no Brasil deve ser cuidada pelos órgãos oficiais de identificação, que são interligados através do governo federal com o sistema da carteira de identidade nacional (CIN). Celio Ribeiro também registrou o importante trabalho que está sendo feito pelo Governo brasileiro, sob a liderança da Secretaria de Governo Digital – SGD, do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos-MGI, na implementação da Carteira de Identidade Nacional – CIN, o que permite que a identificação biometrica neonatal, faça parte inicial do novo Sistema de Identificação brasileiro, já integrando essa biometria ao Sistema Biometrico Federal. O Superintendente de Identificação Humana da Polícia Civil de Goiás, Webert Leonardo Lopes dos Santos, destacou a evolução do programa: “Atualmente, 14 estados do país já estão utilizando a lei de identificação neonatal, unificando o Registro Civil com a biometria para a emissão da nova identidade.” Ele detalhou o protocolo de segurança biométrica no ambiente hospitalar: “O protocolo prevê a identificação ainda em ambiente de parto, logo após respeitados os procedimentos sanitários. É feita ali uma coleta biométrica do dedo polegar e do indicador de mãe e de bebê. Por ocasião da alta, é feita uma verificação para que se comprove que aquela mãe que está recebendo alta e saindo da maternidade com bebê, de fato, é quem diz ser.” Os dados apresentados mostram a urgência do tema, com mais de 2 mil crianças de 0 a 11 anos desaparecidas notificadas em 2022. A Promotora de Justiça Paola Domingues Botelho detalhou o papel do Sinalid: “O Sinalid visa integrar os dados provenientes de diferentes órgãos, possibilitar esse cruzamento de informações e apoiar a atuação coordenada das promotorias”. Ela também apresentou a importância do projeto de cidadania escolar que busca identificar crianças sem a devida identificação. Já os questionamentos da Deputada Flávia Morais foram apresentados pela Deputada Lenir, focando na prestação de contas sobre a eficácia da lei: “Gostaríamos de saber se os números já mostram a eficácia dessa identificação neonatal, ou seja, se a criança já sai dessas unidades hospitalares identificada.” O debate concluiu que a expansão da lei e a integração dos sistemas são cruciais, exigindo fiscalização contínua para garantir a segurança das crianças brasileiras. Confira a reunião completa:

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